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A história de Jesus foi real?

Colossenses 1:19: "Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude."
Conhecemos a história de Cristo. Há cerca de dois mil anos, Jesus encarnou e, na vida adulta, mudou tudo para melhor. Ele pregou, ensinou, fez amizades, enfrentou os fariseus e arrebanhou multidões. Também foram atribuídos a ele milagres e a divindade; ele era Deus. No fim, ele morreu por nós na cruz do calvário, mesmo sendo inocente, e ressuscitou no terceiro dia. Porém, será que fora das escrituras existem achados arqueológicos que confirmem a narrativa bíblica? Lembre-se de que em Apologética a gente trabalha não só com a Bíblia, mas também com fatos históricos e arqueológicos. Utilizamos todo tipo de argumento para levar as pessoas a Deus.
Bom, eu posso citar dois exemplos de achados arqueológicos dando respaldo para a história de Jesus. Eles não são achados diretamente ligados à pessoa de Jesus, mas dão confiabilidade para o relato a respeito de Jesus. São achados envoltos a ele. Um desses achados é a chamada Pedra de Pilatos de 1961. Ela traz uma inscrição com o nome de Pôncio Pilatos e ainda citando-o como prefeito da Judeia. Pôncio Pilatos é aquele que lavou as mãos e depois soltou o criminoso Barrabás no lugar de Jesus.
Outro achado que eu gosto de citar é o ossuário de Caifás. O ossuário é uma caixa de ossos, em que um deles traz uma inscrição com o nome de Caifás. É uma evidência direta da existência do sumo sacerdote Caifás da época de Jesus. Ou seja, existem evidências arqueológicas apontando para a existência do administrador da Judéia e do sumo sacerdote da época de Jesus. Tudo isso dá verossimilhança para os relatos contidos nos evangelhos e para a história de Jesus contida neles.